16 de set. de 2013






Por ROBERTO VIEIRA

Tite pode dormir em paz.
Prestígio de título mundial é imenso.
Garante meia vida inédita ao treinador brasileiro.
Paulo César Carpengianni, por exemplo.
Aguentou um ano e três meses com a faixa no peito.
O Flamengo de Zico era timaço.
Carpengianni era o ‘cara’.
Lula no Santos de Pelé.
Só foi embora quando cansou de ser campeão.
Telê Santana, então?
Após o Bi no Japão em 1993.
Deixou o Tricolor em janeiro de 1996.
Por problemas de saúde, diga-se de passagem.
Abel Braga voltou nos braços Colorados.
Foi mandado embora cento e vinte dias depois.
E com outros cento e vinte dias.
Morrendo de remorso.
O Internacional foi busca-lo de volta.
Valdir Espinosa e Paulo Autuori?
Espinosa foi embora do amado Grêmio em 1984.
Os petrodólares do Al Hilal falaram mais alto.
Autuori também.
Saiu pelas verdinhas do Kashima Antlers.
Tite?
Pode dormir em paz.
Tite só vai embora quando tiver saudade.
Saudade do Grêmio Atlético Guarany de Garibaldi...


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