(MESMO QUANDO ESTÁ DOENDO NO PEITO)*
Enquanto houver
Uma bandeira alvirrubra a tremular nas mãos de uma criança
Um coro vibrante de esperanças a entoar o N-a-u-t-i-c-o
Um roberto vieira para poetizar seus feitos e desventuras
Um lucídio para contar a sua história de paz e de guerra
Um carlos celso a computar os números das suas glórias
( e dos seus insucessos também )
Enquanto houver
Uma competição a disputar ( seja de que série for )
E os durvais, os carlos henriques e os osvaldos
E os sérgios e os francisco aurélios
Os newtons, herbênios, marcos e joões carlos
Harolds, ulisses, dudaugustos, andrés e ricardos
A torcer, a torcer, a torcer e a torcer
Sem perder a capacidade de se indignar
E de se revoltar, e de reagir, e de protestar
Enquanto houver
Domingueiras de futebol
E uma gente alvirrubra disposta a rir e a chorar
Não se apagará jamais a chama ardente dessa paixão
E o Náutico para sempre será o Náutico
Vivo e vitorioso em nossos corações !
*( para meu filho Edmur, companheiro de tantas jornadas, com o Náutico e pelo Náutico)

Sensacional, Edgar. Obrigado pela lembranca no seu texto, isso muito me envaidece. E eh isso mesmo, sempre havera uma nova competicao, uma nova batalha. E nao hah mal que dure para sempre. Vamos em frente.
ResponderExcluirÉ isso aí, Edgar. E, mesmo doendo no peito, "Quanto mais apanhado, mais Branco e Encarnado".
ResponderExcluirValeu, Edgar. É isso mesmo.
ResponderExcluirE acreditem...não tem cura! Não tem escapatória!Não tem remédio!O GM EDGAR não poderia ser mais poeticamente exato.Eu fico absurdo!
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