Por WASHINGTON VAZ
Partida valendo a final da Libertadores.
Com cinco homens na defesa e três na meia, a proposta do Olímpia na etapa inicial era preencher o campo e partir em contra ataques, dando resultado nos primeiros dez minutos.
A lesão de Molina, homem de criação do Santa Fé, e a entrada Borja, atacante, mudou os planos do Santa Fé, recorrendo ao velho chuveirinho.
Na bola aérea o Santa Fé quase abriu o placar no intenso primeiro tempo, com três ótimas chances. Na mais cristalina, Medina perdeu sozinho e dentro da pequena área.
No segundo tempo de partida, a necessidade dos colombianos era de marcar ao menos dois gols, para decidir nos penaltis.
O jogo ficou, até certo ponto, aberto.
Com sua marcação adiantada o Santa Fé teve domínio do campo de defesa paraguaio, mais ainda sim, sem conquistar espaços.
O jeito foi se virar na bola na área.
Com pressão dentro e fora de campo, o Olímpia foi guerreiro, não se desorientou, em nenhum momento.
Nem quando Medina se aproveitou do rebote do goleiro Vargas para abrir o placar em um bate rebate dentro da área guarani e inflamar a torcida no "El Campín".
Com cinco homens na defesa e três na meia, a proposta do Olímpia na etapa inicial era preencher o campo e partir em contra ataques, dando resultado nos primeiros dez minutos.
A lesão de Molina, homem de criação do Santa Fé, e a entrada Borja, atacante, mudou os planos do Santa Fé, recorrendo ao velho chuveirinho.
Na bola aérea o Santa Fé quase abriu o placar no intenso primeiro tempo, com três ótimas chances. Na mais cristalina, Medina perdeu sozinho e dentro da pequena área.
No segundo tempo de partida, a necessidade dos colombianos era de marcar ao menos dois gols, para decidir nos penaltis.
O jogo ficou, até certo ponto, aberto.
Com sua marcação adiantada o Santa Fé teve domínio do campo de defesa paraguaio, mais ainda sim, sem conquistar espaços.
O jeito foi se virar na bola na área.
Com pressão dentro e fora de campo, o Olímpia foi guerreiro, não se desorientou, em nenhum momento.
Nem quando Medina se aproveitou do rebote do goleiro Vargas para abrir o placar em um bate rebate dentro da área guarani e inflamar a torcida no "El Campín".
Tampouco se abalaram quando Borja acertou a trave aos trinta e nove minutos da etapa final.
O Olimpia saiu derrotado, mas garantiu a desejada classificação.
Não era a noite do Santa Fé e, novamente um time colombiano fica no meio do caminho.
O Rei de Copas, como é conhecido o Olimpia voltará a uma final de Liberadores pela sexta vez, sedenta pelo Tetra.
Vamos ter fé,Washington! O Brasil será campeão da Libertadores com o Galo,o teu Galo forte e vingador!
ResponderExcluirKkk
Carlos Leite
kkkkkk...
ExcluirNada, Carlos! Assim como me zombaram lá em casa em 2009, hoje virá a vingança! :-)
Forte abraço.