10 de jul. de 2013





Por WASHINGTON VAZ

Partida valendo a final da Libertadores.

Com cinco homens na defesa e três na meia, a proposta do Olímpia na etapa inicial era preencher o campo e partir em contra ataques, dando resultado nos primeiros dez minutos.

A lesão de Molina, homem de criação do Santa Fé, e a entrada Borja, atacante, mudou os planos do Santa Fé, recorrendo ao velho chuveirinho.

Na bola aérea o Santa Fé quase abriu o placar no intenso primeiro tempo, com três ótimas chances. Na mais cristalina, Medina perdeu sozinho e dentro da pequena área.

No segundo tempo de partida, a necessidade dos colombianos era de marcar ao menos dois gols, para decidir nos penaltis.

O jogo ficou, até certo ponto, aberto.

Com sua marcação adiantada o Santa Fé teve domínio do campo de defesa paraguaio, mais ainda sim, sem conquistar espaços.

O jeito foi se virar na bola na área.

Com pressão dentro e fora de campo, o Olímpia foi guerreiro, não se desorientou, em nenhum momento.

Nem quando Medina se aproveitou do rebote do goleiro Vargas para abrir o placar em um bate rebate dentro da área guarani e inflamar a torcida no "El Campín".


Tampouco se abalaram quando Borja acertou a trave aos trinta e nove minutos da etapa final.

O Olimpia saiu derrotado, mas garantiu a desejada classificação.

Não era a noite do Santa Fé e, novamente um time colombiano fica no meio do caminho.

O Rei de Copas, como é conhecido o Olimpia voltará a uma final de Liberadores pela sexta vez, sedenta pelo Tetra.




2 comentários:

  1. Vamos ter fé,Washington! O Brasil será campeão da Libertadores com o Galo,o teu Galo forte e vingador!
    Kkk

    Carlos Leite

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    1. kkkkkk...

      Nada, Carlos! Assim como me zombaram lá em casa em 2009, hoje virá a vingança! :-)

      Forte abraço.

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Comentários