Por ROBERTO VIEIRA
Talvez por não ser político nem querer endireitar o mundo.
Sou leigo no assunto.
Mero observador das ondas do mar.
Sempre me divirto com czarismo e bolchevismo.
Materialismo e dialética.
Revolucionários e bandeiras.
Vou as reuniões como mero espectador.
Privilegiado, é verdade.
Assisto os sonetos, as tramas, as investiduras.
E aguardo o último ato.
O ato que ocorre quando cai o pano.
Altruísmo?
Poder?
Glória?
Holofotes?
Pátria?
De tudo um pouco?
Insisto.
A história ensina.
As imagens estão por aí afora.
O futuro nada mais é que o pretérito.

Roberto,
ResponderExcluirA decisão de Marcílio Sales foi pessoal, vivemos em um pais, graças a Deus democrático, onde as decisões e os direitos do cidadão são respeitados . Nada tem haver com MTA e AFIF, com todo respeito uma comparação fora de propósito. Laranja com banana. Graças as lutas que o homem enfrentou durante sua existência, propiciou grandes avanços na conduta, no direito, nas relações sociais em geral. Espero um dia carregar a mesma bandeira ao seu lado. Tenho certeza que você seria um combatente fiel e valoroso. Afinal você não é um mero espectador, longe disso, é um grande formador de opinião. Grande abraço. Chico Avelar.
A adesão de Marcílio Sales, ainda que gesto pessoal, não pode ser minimizada. Marcílio representa politicamente muito mais do que Marcílio. Foi o candidato a presidente pelo MTA. Ungido e escolhido para o posto principal da sua chama. Como tal, reconhecido líder maior daquele Movimento Oposicionista. Ao lado de Eduardo Araújo, candidato a presidente do Conselho Deliberativo. Esse mesmo que, logo após as eleições, declarou o seu apoio á chapa vitoriosa. O pior é constatar que tanto um quanto outro nunca mudaram. Apenas retornaram ao grupo ao qual sempre pertenceram. Flagrante equívoco, isto sim, foi escolhê-los para representarem a modernidade e a renovação, apanágios da chapa oposicionista. Então, não se pode pretender mistificar a significação política dessa adesão. No mínimo, no mínimo, ela revela que o MTA não soube escolher bem os seus líderes, os seus candidatos. Contra fatos...
ResponderExcluirAssino embaixo do comentário de Edgar.Uma coisa é fazer parte do MTA e,por decisão pessoal,passar a apoiar a situação.Outra,bem diferente,é encabeçar a chapa do MTA e depois mudar de lado.
ResponderExcluirCarlos Leite.
A foto é autoexplicativa : enquanto o PSD aderiu integralmente ao Governo, o MTA cá está , onde sempre esteve.
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