21 de mai. de 2013





Por ROBERTO VIEIRA


Talvez por não ser político nem querer endireitar o mundo.

Sou leigo no assunto.

Mero observador das ondas do mar.

Sempre me divirto com czarismo e bolchevismo.

Materialismo e dialética.

Revolucionários e bandeiras.

Vou as reuniões como mero espectador.

Privilegiado, é verdade.

Assisto os sonetos, as tramas, as investiduras.

E aguardo o último ato.

O ato que ocorre quando cai o pano.

Altruísmo?

Poder?

Glória?

Holofotes?

Pátria?

De tudo um pouco?

Insisto.

A história ensina.

As imagens estão por aí afora.

O futuro nada mais é que o pretérito.




4 comentários:

  1. Roberto,
    A decisão de Marcílio Sales foi pessoal, vivemos em um pais, graças a Deus democrático, onde as decisões e os direitos do cidadão são respeitados . Nada tem haver com MTA e AFIF, com todo respeito uma comparação fora de propósito. Laranja com banana. Graças as lutas que o homem enfrentou durante sua existência, propiciou grandes avanços na conduta, no direito, nas relações sociais em geral. Espero um dia carregar a mesma bandeira ao seu lado. Tenho certeza que você seria um combatente fiel e valoroso. Afinal você não é um mero espectador, longe disso, é um grande formador de opinião. Grande abraço. Chico Avelar.

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  2. A adesão de Marcílio Sales, ainda que gesto pessoal, não pode ser minimizada. Marcílio representa politicamente muito mais do que Marcílio. Foi o candidato a presidente pelo MTA. Ungido e escolhido para o posto principal da sua chama. Como tal, reconhecido líder maior daquele Movimento Oposicionista. Ao lado de Eduardo Araújo, candidato a presidente do Conselho Deliberativo. Esse mesmo que, logo após as eleições, declarou o seu apoio á chapa vitoriosa. O pior é constatar que tanto um quanto outro nunca mudaram. Apenas retornaram ao grupo ao qual sempre pertenceram. Flagrante equívoco, isto sim, foi escolhê-los para representarem a modernidade e a renovação, apanágios da chapa oposicionista. Então, não se pode pretender mistificar a significação política dessa adesão. No mínimo, no mínimo, ela revela que o MTA não soube escolher bem os seus líderes, os seus candidatos. Contra fatos...

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  3. Assino embaixo do comentário de Edgar.Uma coisa é fazer parte do MTA e,por decisão pessoal,passar a apoiar a situação.Outra,bem diferente,é encabeçar a chapa do MTA e depois mudar de lado.
    Carlos Leite.

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  4. Alexandre Carneiro Gomes22 de maio de 2013 às 14:50

    A foto é autoexplicativa : enquanto o PSD aderiu integralmente ao Governo, o MTA cá está , onde sempre esteve.

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Comentários