A final do estadual de 1993.
Legou dois heróis ao século tricolor.
O primeiro foi Célio.
Célio que possuía apenas uma arma mortal.
O chute.
Impensável em alguém de aparência frágil.
Inocente.
E foi o chute que tornou Célio imortal.
Um chute molhado com suor e chuva tropical.
Um chute repleto de veneno coral...

Não sei o que foi mais "mortal" para o Náutico naquele fatídico jogo. Se o chute de Célio ou a falha inconcebível de Parreira; ou ainda a falta de comando do nosso treinador permitindo que o time se "mandasse para a frente" insensatamente quando o mais adequado àquela altura seria garantir o resultado.
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