6 de abr. de 2013






A final do estadual de 1993.

Legou dois heróis ao século tricolor.

O primeiro foi Célio.

Célio que possuía apenas uma arma mortal.

O chute.

Impensável em alguém de aparência frágil.

Inocente.

E foi o chute que tornou Célio imortal.

Um chute molhado com suor e chuva tropical.

Um chute repleto de veneno coral...



Um comentário:

  1. Não sei o que foi mais "mortal" para o Náutico naquele fatídico jogo. Se o chute de Célio ou a falha inconcebível de Parreira; ou ainda a falta de comando do nosso treinador permitindo que o time se "mandasse para a frente" insensatamente quando o mais adequado àquela altura seria garantir o resultado.

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Comentários