Di Stefano nasceu no Sportivo Barracas.
Mas seu pai havia jogado no River.
E era o River Plate.
O destino do menino de quinze anos.
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Jovem.
River Plate cheio de feras.
Vocês já conhecem essa história.
Di Stefano foi emprestado ao Huracan.
Veloz.
Não se fez de rogado.
21 de julho de 1946.
O Huracan pega o River Plate.
Di Stefano deixara crescer um bigodinho.
O pai nas arquibancadas.
Pontapé inicial.
Di Stefano pega a bola e sai driblando os adversários.
Só vai parar dentro das redes do River Plate.
Oito segundos - lembrou Nivaldo do Náutico.
O gol mais rápido da história do campeonato argentino.
O River Plate se ajoelha.
Traz o rapaz de volta.
Di Stefano forma um quinteto mágico no ataque.
Ao lado de Lostau, Labruna, Hugo Rocha e Moreno.
Barbariza no Sul Americano de 1946.
Até partir para a Liga Pirata da Colombia.
Em meio a bagunça do futebol portenho sob Péron.
Esta semana.
La Saeta Rubia recebeu homenagem do River Plate.
Medalha.
Camisa.
Tapete vermelho.
Di Stefano que já foi até filme de cinema, bicho!




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