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20 de ago. de 2013




Por WASHINGTON VAZ




Quando o atacante Emerson Sheik deu um selinho no seu amigo Isaac Azar, talvez ele não tinha a menor noção do tamanho da polêmica que iria causar.

Foi um gesto na brincadeira, mas provocou uma avalanche de críticas, inclusive da torcida corintiana. 

Mesmo que não tenha mostrado arrependimento, Sheik pediu desculpas no programa “Os Donos da Bola”

Mas o atacante beijoqueiro não será o primeiro nem o último a entrar nesta polêmica.

O mais famoso deles ocorreu em 1996.

Um beijo ‘cinematográfico’ protagonizado por Maradona e Caniggia na goleada do Boca Juniors sobre o River Plate, por 4 a 1.

O beijo sem explicação acabou ficando conhecido como “Beso del Alma”.

Maradona que chegou a repetir o feito com seu pupilo Carlito Tevez, em 2001.



Também já teve beijo na careca, como sinônimo de sorte.

Bitoquinha do zagueiro Blanc na careca do goleiro Barthez, que foi repetido a cada vitória francesa na Copa de 98.

Quatro antes antes, na Copa do Mundo dos Estados Unidos em  1994 que também teve beijos entre Romário e Bebeto. 

Não só deu beijo, como já disse EU TE AMO!


Em ligas europeias, Gary Neville e Paul Scholes já foram vistos em selinho no Manchester United no ano de 2010.

No Brasil, Marcelinho Carioca que é conhecido no mundo da bola como traíra, também dava seus beijinhos, antes dos jogos e durante a comemoração dos seus gols.




E beijo também rola em treino, como já visto no Parque Antártica, ou Ronny e Leandro Amaro vão negar?



Entre tapas e beijos e não importa se é clássico, tampouco se vale título.

Foi o que fez o flamenguista Williams após cometer falta no vascaíno Phillipe Coutinho, em plena final de Taça Rio! 



Mas o beijo mais hilário também ocorreu no Rio de Janeiro.

O beijoqueiro foi zagueiro Cléberson, da Cabofriense no árbitro Ubiraci Damásio , em 2007 Taça Rio de 2007, contra o Botafogo. 

Damásio que não gostou e aplicou cartão amarelo, dizendo que beijo não era permitido. 

O melhor de tudo, foi a indagação do zagueiro: “Não pode beijar? Que loucura”



Então relaxa, Sheik!

O beijo já foi dado e pra torcida corintiana largar do seu pé só tem jeito:

Entrar em campo, jogar bem, fazer gols!

Ai o beijo é liberado de vez.

E a primeira chance já é amanhã, contra o Luverdense, pela Copa do Brasil.

Vai que é tua, Sheik!



19 de jul. de 2013





River Plate x Independiente, 1972.

Norberto Alonso é lançado.

O arqueiro Santoro.

Titular do Independiente e seleção argentina sai do gol.

Alonso dá uma de Pelé e passa direto.

Santoro fica perdido como Mazurkiewicz.

Com uma diferença.

Alonso conclui para as redes.

O jogo?

Foi um massacre.

River 7 x 2.

E olha que em 1972.

O Independiente seria bicampeão da Libertadores...





15 de fev. de 2013






Di Stefano nasceu no Sportivo Barracas.

Mas seu pai havia jogado no River.

E era o River Plate.

O destino do menino de quinze anos.





.
Jovem.

River Plate cheio de feras.

Vocês já conhecem essa história.

Di Stefano foi emprestado ao Huracan.

Veloz.

Não se fez de rogado.

21 de julho de 1946.

O Huracan pega o River Plate.

Di Stefano deixara crescer um bigodinho.

O pai nas arquibancadas.

Pontapé inicial.

Di Stefano pega a bola e sai driblando os adversários.

Só vai parar dentro das redes do River Plate.

Oito segundos - lembrou Nivaldo do Náutico.

O gol mais rápido da história do campeonato argentino.




O River Plate se ajoelha.

Traz o rapaz de volta.

Di Stefano forma um quinteto mágico no ataque.

Ao lado de Lostau, Labruna, Hugo Rocha e Moreno.

Barbariza no Sul Americano de 1946.

Até partir para a Liga Pirata da Colombia.

Em meio a bagunça do futebol portenho sob Péron.

Esta semana.

La Saeta Rubia recebeu homenagem do River Plate.

Medalha.

Camisa.

Tapete vermelho.

Di Stefano que já foi até filme de cinema, bicho!




9 de out. de 2012






Por ROBERTO VIEIRA


Imaginem uma bandeira imensa.

Começando no Chaco.

Estendendo-se até a Patagônia.

Uma bandeira que cobriria os Andes.

Os lagos.

O mundo.

Gardel e Evita.

Péron e Guevara.

Borges, Piazzola e Labruna.

Uma bandeira de vermelho, negro e blanco.

Do tamanho da imensa paixão dos milionários.

Milionários que muitas vezes são descamisados.

Bandeira digna da Maquina.

Dos dribles de Moreno.

Do bigode de Nestor Rossi.

Da fama de Pedernera e Di Stefano.

Longa como a vida de Carrizo.

Uma bandeira do tamanho daquela Argentina que não mais existe.

Mas insiste em dançar o tango.

Uma bandeira que faz a gente ficar imaginando.

Que o futebol é portenho.

Desde que o mundo é mundo...




25 de set. de 2012





Di Stefano era craque no River Plate.

Tornou-se gênio na Colômbia.

Navegando no Balé Azul.

Hoje.

Mais de sessenta anos depois.

Bengala na mão.

Recebeu bela homenagem dos colombianos em Madri.

Nada mais justo...




26 de jun. de 2012






De certa forma foi mais fácil.

O time era melhor.

A tática era européia.

Ninguém guardava posição.

E o Galo mineiro desabou no Mineirão: 2-0.

Depois, o Boca eliminou o River Plate.

Goleando na final o pobre Deportivo Cáli na Bombonera.

A equipe já era campeã do mundo.

Ao vencer os vice-campeões europeus do Borrusia.

Vice?

O Liverpool fugiu da parada alegando falta de datas.

24 de jun. de 2012






Há setenta anos.

Eles ganharam o apelido de La Maquina.

Agora?

Modestamente.

O River Plate retorna a primeira divisão argentina.

O futebol?

Vai dormir mais tranquilo...

15 de jun. de 2012





Lenda do futebol mundial.

Atuou por 23 anos na mesma equipe.

Sete títulos nacionais.

Aos 42 anos?

Bateu o recorde mundial sem levar gols.

Amadeo Carrizo agora pode sorrir.

O River Plate?

Está prestes a voltar de onde nunca deveria ter saído.

A divisão principal do futebol argentino...

24 de nov. de 2008




Estréia do Vasco na Libertadores 1975

Amanhã será o sorteio dos grupos da Libertadores em Assunção.

A torcida do Sport vai conhecer seus adversários.

As torcidas do Náutico e Santa Cruz, seus cúmplices...

Abaixo, a relação das equipes já classificadas para o Torneio.

Argentina: Lanús e River Plate

Bolívia: Universitario de Sucre e Aurora

Brasil: Sport e São Paulo

Chile: Everton e Universidad de Chile

Colômbia: Boyacá Chicó

Equador: LDU

México: San Luis

Paraguai: Libertad

Peru: (sub judice)

Uruguai: Defensor Sporting, Nacional e Peñarol

Venezuela: Caracas, Deportivo Táchira e Deportivo Anzoátegui