26 de jan. de 2013





Por LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA E ROBERTO VIEIRA   



Primeiro a bola era vermelha.

Gramados europeus.

Bola que rolava no relvado e na neve.

Alguém notou!

Branca é melhor!

E a bola vermelha se fez branca.

Contraste com o verde imaculado.

A torcida podia ver a razão de ser do espetáculo.

Embora a vermelha voltasse de vez em quando.

Nos wembleys dessa vida.

Copa de 70.

Branca com gomos pretos.

Televisão.

Adidas.

Virou coqueluche.

E de lá pra cá ela foi sendo colorida.

Sempre para se tornar a superstar.

Para brilhar nas mentes e televisões.

Mas o Nordestão decidiu retroagir.

Uma bola vermelha, preta e amarela.... será que tem laranja?

Uma bola que a gente procura e não vê.

Ou vê.

Com muito boa vontade.

Novidade?

Jamais.

Parece mais uma analogia ao futebol jogado em campo.

A bola das equipes deste Nordestão.

É assim.

Como a bola real, em campo, no pé dos jogadores.

Uma bola quase invisível...

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Um comentário:

  1. Essa bola do Nordestão é a mesma utilizada no Campeonato Inglês. A diferença é que lá na Premier League ela é quase toda amarela.

    Agora, por falarem bola, a Penalti do Campeonato Pernambucano não fica atrás não. Desde o ano passado tá um verdadeiro carnaval.

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Comentários