Por LUCÍDIO JOSÉ
DE OLIVEIRA E ROBERTO VIEIRA
Primeiro a bola era
vermelha.
Gramados europeus.
Bola que rolava no
relvado e na neve.
Alguém notou!
Branca é melhor!
E a bola vermelha se
fez branca.
Contraste com o verde
imaculado.
A torcida podia ver a
razão de ser do espetáculo.
Embora a vermelha
voltasse de vez em quando.
Nos wembleys dessa
vida.
Copa de 70.
Branca com gomos
pretos.
Televisão.
Adidas.
Virou coqueluche.
E de lá pra cá ela
foi sendo colorida.
Sempre para se tornar a
superstar.
Para brilhar nas mentes
e televisões.
Mas o Nordestão
decidiu retroagir.
Uma bola vermelha,
preta e amarela.... será que tem laranja?
Uma bola que a gente
procura e não vê.
Ou vê.
Com muito boa vontade.
Novidade?
Jamais.
Parece mais uma
analogia ao futebol jogado em campo.
A bola das equipes
deste Nordestão.
É assim.
Como a bola real, em
campo, no pé dos jogadores.
Uma bola quase
invisível...

Essa bola do Nordestão é a mesma utilizada no Campeonato Inglês. A diferença é que lá na Premier League ela é quase toda amarela.
ResponderExcluirAgora, por falarem bola, a Penalti do Campeonato Pernambucano não fica atrás não. Desde o ano passado tá um verdadeiro carnaval.