Pelé não estava lá.
Nem Dorval.
Nem Mengálvio.
Dos jogadores que encantariam o mundo.
Apenas Pepe.
Vinte anos depois de 1935.
No dia 15 de janeiro de 1956.
O Santos voltava a ser campeão paulista.
Os paulistas não sabiam.
Os brasileiros nem suspeitavam.
O mundo?
O mundo esperava uma guerra nuclear.
E veio a magia das camisas brancas.
Uma magia que iria durar quase duas décadas.
Krushev se foi.
Eisenhower, também.
Ficaram apenas os meninos da Vila...


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