14 de out. de 2012







Por ROBERTO VIEIRA


Vem de longa data essa inusitada amizade.

Julinho Botelho se despedindo em jogo Palmeiras x Náutico.

12 de fevereiro de 1967.

Coisa fina.

O Palmeiras cedendo Ivan Brondi para o Timbu.

Ivan Brondi que seria o líder do maior Náutico de todos os tempos.

Rinaldo.

Rinaldo foi campeão pelo Náutico.

Vendido ao Palmeiras, estreou na seleção antes mesmo de vestir a jaqueta verde.

Marcando dois gols na Inglaterra.

Mirandinha.

Mirandinha implodiu o Palmeiras no Arruda.

Resultado?

Foi marcar gols pelo Verdão.

De lá?

Tornou-se o primeiro brasileiro a atuar na Liga Inglesa.

Vasconcelos.


Chegou para ocupar o lugar do Divino.

Mas preferiu ser herói no Chile.

Deixando Jorge Mendonça com as honras de artilheiro.

O Palmeiras?

Trouxe Bizu a Pernambuco.

Bizu que virou um jogo impossível contra o Santa Cruz.

Bizu que ficou por Recife.

Homem de cento e tantos gols.

E tem mais, muito mais.

Tem Toninho Vanusa, recém falecido.

Waldemar Carabina.

Fedato, como esquecer Fedato?

Albéris, lateral da base alvirrubra que passou silencioso no Parque Antártica.

A velha amizade de palestrinos e timbus já decidiu Brasileirão.

Dezembro de 1967.

Taça Brasil, no Maracanã.

Porém, neste domingo.

A amizade fica de lado durante 90 minutos.

Pouca farinha?

Meu pirão primeiro!






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