12 de set. de 2012




Por ROBERTO VIEIRA


O centenário deNelson Rodrigues já fazia suspeitar de algum milagre tricolor...


Era um timinhotricolor.

Desses tantos timinhos tricolores campeões.

Não tinha Fred.

Tinha Flávio.

E quando Flávio faltava tinha Mickey.

O Wellington Nem paz e amor.

Paz e amor em tempos araguaianos, diga-se de passagem.

Comparar Cavalieri e Felix é pecado.

Cavalieri é goleiro.

Felix é sagrado.

Mas com eles tomar gol é prática difícil.

Gum e Digão.

Assis e Galhardo.

Farinha do mesmo saco.

Oliveira e Marco Antonio dando aula a Bruno e Carlinhos.

Aulas de bola e vida.

Marco Antonio que era campeão ano sim, outro também.

Denilson e Diguinho.

Didi e Edinho.

Dois volantes em branco e grená.

Deco gostaria de tabelar com Samarone.

Mesma intimidade com aredonda.

Como Thiago Neves e o Cardeal Arcoverde, Lula.

Imprevisíveis esquerdas no poder.

Cafuringa fica mais difícil.

Era sobrenaturalmente franciscano.

Maravilhando sem multiplicar gols e pães.

Como dizia lá em cima, era um timinho.

Ganhava apertado.

Desacreditado.

Cirúrgico e preciso como os grandes timinhos das Laranjeiras.

Quem perdeu a final como Galo em 1970?

Pode assistir qualquer jogo do Fluminense 2012.

Xerocópia em tempos digitais...

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