Por ROBERTO VIEIRA
O centenário deNelson Rodrigues já fazia suspeitar de algum milagre tricolor...
Era um timinhotricolor.
Desses tantos timinhos tricolores campeões.
Não tinha Fred.
Tinha Flávio.
E quando Flávio faltava tinha Mickey.
O Wellington Nem paz e amor.
Paz e amor em tempos araguaianos, diga-se de passagem.
Comparar Cavalieri e Felix é pecado.
Cavalieri é goleiro.
Felix é sagrado.
Mas com eles tomar gol é prática difícil.
Gum e Digão.
Assis e Galhardo.
Farinha do mesmo saco.
Oliveira e Marco Antonio dando aula a Bruno e Carlinhos.
Aulas de bola e vida.
Marco Antonio que era campeão ano sim, outro também.
Denilson e Diguinho.
Didi e Edinho.
Dois volantes em branco e grená.
Deco gostaria de tabelar com Samarone.
Mesma intimidade com aredonda.
Como Thiago Neves e o Cardeal Arcoverde, Lula.
Imprevisíveis esquerdas no poder.
Cafuringa fica mais difícil.
Era sobrenaturalmente franciscano.
Maravilhando sem multiplicar gols e pães.
Como dizia lá em cima, era um timinho.
Ganhava apertado.
Desacreditado.
Cirúrgico e preciso como os grandes timinhos das Laranjeiras.
Quem perdeu a final como Galo em 1970?
Pode assistir qualquer jogo do Fluminense 2012.
Xerocópia em tempos digitais...

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