Por ROBERTO VIEIRA
O futebol brasileiro
sempre foi hiperbólico em apelidos.
Pelé e Garrincha não
é pra qualquer um.
Depois que ficaram
famosos fica fácil curtir o apelido.
Quando eram
desconhecidos?
Pura gozação.
Mas 2012 retoma a
tradição com carga toda.
Uma verdadeira seleção
de nomes excêntricos chegam com força total.
No gol, escalamos o
Marcelo Lomba do Bahia.
Fui procurar saber o
porque do Lomba e o Lomba é nome mesmo.
Deve ser italiano.
A lateral direita fica
com Pikachu do Payssandu.
Bom no apoio e na rima.
Mocajuba do Águia de
Marabá a gente deixa no banco.
A zaga escala-se com
Titi, também do Bahia e Toby do Sport.
Titi e Toby com Dedé
na reserva é sonho de consumo da narração esportiva.
Na esquerda?
O Atlético-PR traz
dois nomes diametralmente opostos e mitológicos:
o grego Heracles e o
tupiniquim Saci.
Você escolhe a fábula.
O meio campo é
porreta.
Pirão do Avaí fazendo
dupla com Júnior Urso do Coritiba.
Vassoura do Salgueiro
tabelando com... Jack Chan do Guarany cearense.
Jack Chan eu ouvi no
rádio e originou a crônica.
É criativo demais.
Para o ataque?
Ora, meus amigos!
Só podemos escalar
Caça Rato do Santa Cruz.
Abrindo espaços para o
gigante Bombinha do ABC.
Ambos preocupados com a
concorrência de dois goleadores do Luverdense:
Tatu e Tchelé.
Escalado o scratch.
Não achei lugar pra
Sodinha, Maisena e Vinícius Kiss.
Deixo isso com os
senhores.
Enquanto isso?
Segurem o Chan!

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