21 de set. de 2012





Por ROBERTO VIEIRA


Esqueçam Escurinho, Jardel, Baltasar e Leivinha.

O maior cabeceador da história era húngaro com destino catalão.

Nascido no fascista estado magiar no dia 21 de setembro de 1929.

Kocsis brilhou na primavera comunista.

E partiu para a Espanha na derrocada de Budapeste sob Krushev.

Puskas foi para o Real.

Czibor e Kocsis para o Barcelona.

Atacante de presença aérea constante.

Kocsis também era habilidoso com a bola nos pés.

Mas a sorte que teve durante a carreira - apenas uma lesão nos ligamentos e mais nada.

Desapareceu nas finais da Copa de 1954 e no Europeu de Clubes.

Nas duas decisões, Kocsis foi vice na Suíça.

Decidido a pendurar as chuteiras.

O craque recusou convites da Itália e dos EUA para permanecer no Barça.

Treinando as categorias de Base.

Até o dia em que o câncer atingiu sua vida.

Sándor Kocsis foi personagem central do meu primeiro conto sobre futebol.

Centroavante do meu time de botão.

Tragédia e glória do futebol.

Como todos os grandes craques da história...




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