Por ROBERTO VIEIRA
Esqueçam Escurinho, Jardel, Baltasar e Leivinha.
O maior cabeceador da história era húngaro com destino catalão.
Nascido no fascista estado magiar no dia 21 de setembro de 1929.
Kocsis brilhou na primavera comunista.
E partiu para a Espanha na derrocada de Budapeste sob Krushev.
Puskas foi para o Real.
Czibor e Kocsis para o Barcelona.
Atacante de presença aérea constante.
Kocsis também era habilidoso com a bola nos pés.
Mas a sorte que teve durante a carreira - apenas uma lesão nos ligamentos e mais nada.
Desapareceu nas finais da Copa de 1954 e no Europeu de Clubes.
Nas duas decisões, Kocsis foi vice na Suíça.
Decidido a pendurar as chuteiras.
O craque recusou convites da Itália e dos EUA para permanecer no Barça.
Treinando as categorias de Base.
Até o dia em que o câncer atingiu sua vida.
Sándor Kocsis foi personagem central do meu primeiro conto sobre futebol.
Centroavante do meu time de botão.
Tragédia e glória do futebol.
Como todos os grandes craques da história...


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