Por ROBERTO VIEIRA
Era um desatino.
Em 1930 nem médico tinha.
Em 1934, idem.
1938 levaram o Nariz.
Acadêmico de medicina e só.
1950 foi novidade.
Tinha o Paes Barreto, pernambucano.
Mas nada que se comparasse ao aparato de 1958.
Quando finalmente a seleção caprichou na atenção médica aos seus jogadores.
Um luxo.
Tanto que no Sulamericano de 1959 na Argentina.
A visita aos ambulatórios e enfermarias da Santa Casa no Rio já eram de praxe.
Para sorte de nosotros contemporâneos.
Ficaram as imagens nos álbuns da memória.
Gilmar e seu físico de peso pena.
A sangria do Mestre Mauro de Oliveira.
O físico de maratonista de Djalma Santos.
Djalma que se criou na base do ensopado de gato.
E tinha saúde de vaca holandesa.



Mestre, na primeira foto Gilmar é examinado. Na segunda chegou a vez de Mauro Ramos de Oliveira, observado por Hilton Gosling e De Sordi.
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