6 de ago. de 2012






Foram poucos sem a bola no pé.

Primeiro Guilherme Paraense.

A celeste olímpica brasileira.

Depois veio Ademar.

Ademar do salto triplo.

Ademar do bacilo de Koch.

O tornado de Lars e Alexander.

A cruz do Joaquim no calor de Los Angeles.

Aurélio Miguel.

Os rapazes do vôlei.

Sampaio, Scheidt, Grael, Marcelo...

As meninas do vôlei de praia e de quadra.

Os agora divorciados Ricardo e Emanuel.

Pessoa e Maggi.

A velocidade do Cielo.

A piauiense Sarah.

Um país de oito milhões de quilômetros quadrados e mais um, pouco.

Pode ser contado assim nos Jogos Olímpicos.

Pouco mais que os dedos da mão.

Hoje?

Foi dia do fantástico Zanetti.

Zanetti que não era lembrado por ninguém.

Como Paraense em 1920.

Como Ademar em 1952 e 1956.

Agora?

Vão aparecer os pais da matéria.

Os dirigentes senhores da medalha.

Agora?

Começa o Brasil que só faz gol contra...


Um comentário:

  1. Se a gente dependesse do milionário futebol masculino, que juntando todos daria o valor mais alto que muito PIB de países sub-desenvolvidos... estaríamos fritos!!

    Acredito que se nada for feito nos próximos dois anos até o próximo panamericano, o governo público, COI e a CBF (com o futebol feminino) continuará no eterno faz de conta.

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Comentários