11 de ago. de 2012






Agosto de 2009.

O Náutico já enfrentou Zizinho e Zico com a malha do Flamengo.

Dureza.

Mas eram jogos sérios, vetustos.

Bola no pé e nas redes.

Orwelianas.

Chaplin mesmo só apareceu em 2009.

Diante de 41 mil torcedores no antigo Maracanã.

O Náutico não vencia no Brasileirão.

Doze jogos em jejum.

Náutico de Asprila e Cláudio Luiz.

Náutico de Anderson Santana.

Lembram?

Pois bem.

Gilmar abriu o marcador para o Timbu aos 24 do primeiro tempo.

Juliano deu uma de fominha.

E o Náutico deixou de ampliar.

Torcida atônita.

Flamengo na roda.

O zagueiro Vagner decidiu dar uma de esperto.

Foi até a lateral do campo e sem autorização.

Trocou o calção rasgado.

Voltou pro jogo.

Sendo dedurado pelo quarto árbitro,

Leonardo Cavalero.

O juiz Sandro Meira Ricci não titubeou ao ser avisado.

Segundo cartão amarelo.

Vagner, o esperto, expulso.

O Flamengo de Adriano apoveita a boquinha.

Petkovic chuta.

Gledson larga.

Léo Moura empata.

Aquele pontinho?

Acabou sendo fundamental para o discutido Hexa do rubro negro carioca.

A primeira vitória do Náutico contra o Flamengo no Rio?

Não veio.

Graças ao calção rasgado do 'esperto' Vagner...


Um comentário:

  1. Mestre, o responsável por esse empate foi o grandalhão Cláudio Luiz que decidiu sair driblando dentro da área.

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