Agosto de 2009.
O Náutico já enfrentou Zizinho e Zico com a malha do Flamengo.
Dureza.
Mas eram jogos sérios, vetustos.
Bola no pé e nas redes.
Orwelianas.
Chaplin mesmo só apareceu em 2009.
Diante de 41 mil torcedores no antigo Maracanã.
O Náutico não vencia no Brasileirão.
Doze jogos em jejum.
Náutico de Asprila e Cláudio Luiz.
Náutico de Anderson Santana.
Lembram?
Pois bem.
Gilmar abriu o marcador para o Timbu aos 24 do primeiro tempo.
Juliano deu uma de fominha.
E o Náutico deixou de ampliar.
Torcida atônita.
Flamengo na roda.
O zagueiro Vagner decidiu dar uma de esperto.
Foi até a lateral do campo e sem autorização.
Trocou o calção rasgado.
Voltou pro jogo.
Sendo dedurado pelo quarto árbitro,
Leonardo Cavalero.
O juiz Sandro Meira Ricci não titubeou ao ser avisado.
Segundo cartão amarelo.
Vagner, o esperto, expulso.
O Flamengo de Adriano apoveita a boquinha.
Petkovic chuta.
Gledson larga.
Léo Moura empata.
Aquele pontinho?
Acabou sendo fundamental para o discutido Hexa do rubro negro carioca.
A primeira vitória do Náutico contra o Flamengo no Rio?
Não veio.
Graças ao calção rasgado do 'esperto' Vagner...

Mestre, o responsável por esse empate foi o grandalhão Cláudio Luiz que decidiu sair driblando dentro da área.
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