23 de jul. de 2012







Era 1991.

O ano de Birigui, Luís Simplício e Ragner.

Mas era também o ano do genial Rivaldo.

Atuando no tricolor do Arruda.

Ao lado de Sérgio China e Marcelo.

Muita gente - eu incluso

- diz que não deram chance ao Rivaldo no Arruda.

Mas não é uma verdade do Antigo Testamento.

Rivaldo teve lá suas chances.

O Santa andava órfão de Rinaldo.

Rinaldo que era o protótipo do grande atacante naqueles tempos.

Vendido ao sul maravilha.

Rinaldo que ainda não tinha sido egoísta com o Rei.

Pois bem.

Nesses anos de Collor.

Ninguém apostava que nessa escalação.

Um novo Rei do futebol mundial estava surgindo.

Um Rei de pernas tortas, arqueadas.

Um Rei sem aquela mística de três corações.

Rivaldo?

Tinha apenas o pé esquerdo.

E o sentimento do mundo.

Mas Drummond era lembrado apenas.

Como uma pedra no meio do caminho.

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