O futebol tem dessas coisas.
Manga era o tal.
O menino-goleiro prodígio.
O Sport era o favorito.
O Náutico era o segundo.
E deu Santa Cruz.
Graças ao ataque com Lanzoninho.
Mas graças também ao goleiro Aníbal.
Aníbal que jogou meia partida contra o Náutico.
Sendo substituído pelo... atacante Lanzoninho.
Aníbal que abusou de defender tudo naqueles anos de 1957 e 1958.
Aníbal Saraiva Júnior era assim.
Carioca da gema.
Supercampeão pernambucano de coração.
Um goleiro frio e tranquilo.
Aníbal que estreou no futebol contra o Benfica.
Pleno Maracanã.
Com a camisa do Flamengo.
No dia 19 de junho de 1955.
E não teve José Águas que desse jeito.
O Flamengo venceu por 1-0.
Um dia.
Aníbal foi pro Palmeiras.
Para o Sporting Lisboa.
Para a Ponte Preta.
Foi contar histórias de Pernambuco.
Histórias de Alfredo Gonzalez.
Histórias do tempo em que foi tricampeão carioca pelo Flamengo.
Campeão do Troféu Tereza Herrera pelo Sporting.
Aníbal?
Que foi o primeiro goleiro profissional a defender um pênalti de Pelé.
Quando defendia o Comercial de Ribeirão Preto.
No dia 30 de setembro de 1962...


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