Tudo bem.
Pode não ser craque de bola.
Mas o atacante Marciano do Salgueiro.
Marciano que veio do Clube do Remo.
Meteu quatro gols nas redes da Luverdense.
Assim, sem mais nem menos.
Coisas do Ziquita.
O apelido Marciano também ajuda no espanto.
Marciano no futebol brasileiro?
O último foi o Marciano barbudo.
Catarinense.
Reserva de Claudiomiro no Internacional.
Artilheiro do Fortaleza nos anos 70.
Fez tanto gol que foi ser parceiro de Zico.
Mas logo na estréia.
Viu o Flamengo derrotado pelo Santa Cruz.
Além de perder duas chances cara a cara com o Cristo Redentor.
O que deixou o titular Luisinho feliz da vida.
Porém.
Os mais antigos juram de pés juntos.
Bom mesmo foi o primeiro Marciano.
O Walter Marciano Queirós.
Craque do Vasco e do Santos.
Falecido nas estradas espanholas ainda jovem.
Quando sonhava defender a Fúria na Copa de 1962...




Eu vi o primeiro Marciano jogar. Primeiro e único. O Walter Marciano do Vasco da Gama, da Seleção. Vi na Ilha do Reiro ao lado de Didi, na Seleção contra o Selecionado Pernambucano, 2x0, dia 1º de abril de 1956 esse jogo não estava relacionado na primeira edição dos jogos do Brasil compilados pelo pesquisador Duílio Martino; atendendo a um pedido feito por carta que escrevi à revista PLACAR, o jogo, como de direito,foi finalmente incluído na lista). Mas o que interessa é Walter Marciano. Um craque. Campeão pelo Vasco em 1956 com Martim Francisco. Tratava a bola por tu (só pode, se não não jogaria ao lado de Didi). Brilhou também no Valência. Quanto ao barbudo, o Marciano nosso, foi de um time em tempos de dificuldades, com Paulo Emílio, em 82, time que só iria acertar o prumo com a chegada de Ênio Andrade, dois anos depois.
ResponderExcluirE o Marciano barbudo já naquela epoca falou na PLACAR: O Náutico foi o time mais desorganizado (administrativamente falando) em que joguei até agora, tem uma diretoria amadora...
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