Foi digno de um conto de fadas.
Li essa frase numa Enciclopédia do Futebol, editada em 1997 nos EUA.
Prefaciada por Gary Lineker.
Comprei a Enciclopedia.
E desde então a frase me persegue.
A Dinamarca não estava classificada para a Euro 92.
Mas os conflitos étnicos na antiga Iugoslávia.
Impuseram a expulsão dos eslavos do torneio.
Então?
Convidaram a talentosa geração de Laudrup para o tapar o buraco.
Os dinamarqueses começaram mal.
Empate com ingleses e derrota para os suecos.
Como patinhos feios, renasceram aos 35 minutos da segunda etapa diante dos franceses.
Estavam na semifinal.
Pra pegar a Holanda de Gullit e Van Basten.
O empate de 2x2 levou o jogo para os pênaltis.
A Dinamarca marcou todos.
A Holanda desperdiçou com... Van Basten.
A Dinamarca estava na final.
O adversário?
A Alemanha, campeã mundial de futebol.
Alemanha que batera os suecos, donos da casa: 3x2.
O mundo aplaudiu de pé.
Com um calmo 2x0.
Brian Laudrup ergueu a Eurocopa 1992.
Foi digno de um conto de fadas.
Um conto de fadas que fez jus a uma máquina.

Um Conto de Fada nas pode me chamar Michael Laudrup. Sob o comando de Cruiff tirou o Barcelo do esquecimento. Eurocopa com a Dinamarca e Copa dos Campeões com Johan Cruiff pelo Barcelona. Tudo isso de uma só vez, num mesmo ano, 1992
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