8 de jun. de 2012






Foi digno de um conto de fadas.

Li essa frase numa Enciclopédia do Futebol, editada em 1997 nos EUA.

Prefaciada por Gary Lineker.

Comprei a Enciclopedia.

E desde então a frase me persegue.

A Dinamarca não estava classificada para a Euro 92.

Mas os conflitos étnicos na antiga Iugoslávia.

Impuseram a expulsão dos eslavos do torneio.

Então?

Convidaram a talentosa geração de Laudrup para o tapar o buraco.

Os dinamarqueses começaram mal.

Empate com ingleses e derrota para os suecos.

Como patinhos feios, renasceram aos 35 minutos da segunda etapa diante dos franceses.

Estavam na semifinal.

Pra pegar a Holanda de Gullit e Van Basten.

O empate de 2x2 levou o jogo para os pênaltis.

A Dinamarca marcou todos.

A Holanda desperdiçou com... Van Basten.

A Dinamarca estava na final.

O adversário?

A Alemanha, campeã mundial de futebol.

Alemanha que batera os suecos, donos da casa: 3x2.

O mundo aplaudiu de pé.

Com um calmo 2x0.

Brian Laudrup ergueu a Eurocopa 1992.

Foi digno de um conto de fadas.

Um conto de fadas que fez jus a uma máquina.






Um comentário:

  1. Um Conto de Fada nas pode me chamar Michael Laudrup. Sob o comando de Cruiff tirou o Barcelo do esquecimento. Eurocopa com a Dinamarca e Copa dos Campeões com Johan Cruiff pelo Barcelona. Tudo isso de uma só vez, num mesmo ano, 1992

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