Não era Máspoli.
Ninguém mais poderia ser.
Mas era melhor que Ballesteros.
E tão bom quanto Mazurkiewicz.
No gol, representava um passado de glórias.
Um passado de goleiros imortais.
Até o fenomenal Manga reduzir todos a pó.
Manga que traumatizou gerações de artilheiros uruguaios.
Mas Rodolfo Rodriguez era diferente.
Rodolfo que hoje comemora 53 anos.
Não tinha medo de nada.
Foi substituir Manga nos campos de Montevidéu.
Na foto, o arqueiro explode com José Roberto Wrong*, digo Wright.
Árbitro que ignorou um impedimento escandaloso contra o Santos.
Quem sabe por não ter o tira-teima da Globo?
Porém, Rodolfo nunca foi campeão do mundo de seleções.
Um goleiro tem seus limites.
Mesmo um goleiro que agarra até pensamento.
Porque um goleiro depende de Castros e Schiaffinos.
De Scarones.
Mas abiscoitou uma Libertadores e um Mundial Interclubes pelo Nacional.
Certa vez, os jornalistas tentaram explicar as defesas do mito.
Em vão.
Esqueceram do básico.
O nome do mestre.
Rodolfo Sergio Rodríguez y Rodríguez.
Rodolfo, na verdade, não era 1... era dois!
* Citação da imprensa da época...

0 comentários:
Postar um comentário
Comentários