2 de dez. de 2008



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Uma das lendas do futebol brasileiro.

Demoníaco.

Enlouquecedor com seus dribles.

O primeiro craque da história do Botafogo de Ribeirão Preto.

Péon esquecido em 1938.

Depois de boleiro foi ser treinador.

Ensinando tática com botões.

Estrategista.

Profundo conhecedor dos labirintos do futebol.

Amigo de um cigarrinho.

Ressuscitou o Vasco da Gama nos anos 70.

Em 1956, ele foi treinar o selecionado cearense.

No primeiro jogo levou uma sova.

A imprensa local meteu o pau...

Em foto cedida pelos Serviços Aéreos da Cruzeiro do Sul.

O primeiro treino dele no Ceará.

E então?

Quem é ele?


RESPOSTA:

Poucos sabem, mas o nome dele é Elba de Pádua Lima. Estou dizendo é, no presente, porque Tim é imortal. Lembra 1938, lembra Tim e Hércules, ala-esquerda do Fluminense, cinco vezes campeão em seis anos, de 1936 a 41. E lembra ainda Romeu e Tim, os meias reponsáveis por essa hegemonia do Fluminense. E tem mais: lembra Tim, campeão pelo Vasco e pelo Fluminense nos anos 70, como treinador. Tim, treinador da Seleção do Peru. Tim, do cigarrinho, da boa comida, feita por ele mesmo, grande mestre cuca, da bebidinha de leve, escondida na concentração. Os tempos eram outros! Não existia essa história dolorosa de rebaixamento. O cara era campeão ou não era nada. Mas não caía!

Lucídio José de Oliveira

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