22 de out. de 2008




Por ROBERTO VIEIRA


Aos 60 anos de idade, Armando Nogueira já era um mito.

Poeta das palavras e do futebol, esse botafoguense acreano também comandava o jornalismo da vênus platinada.

E decidiu, baseado em pesquisas, investir na revolução do Clube dos 13.

A idéia era excelente no papel.

Mas falhou em um ponto sutil:

Os jogos que seriam transmitidos no domingo eram sorteados.

De forma a tentar não afastar os torcedores dos estádios.

E os sorteios foram terríveis.

Só pintavam os piores jogos na telinha.

Emoção mesmo, só nas últimas rodadas com as semifinais.

Para o bem ou para o mal, a verdade é que a televisão virou patrão.

E o futebol brasileiro que estava se afogando, segurou a mão estendida.

Para nunca mais soltar...



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