12 de set. de 2008





Hoje iniciamos uma série com a seleção alvirrubra 1901/1960.

Jogadores que o tempo esqueceu.

Jogadores que não foram Hexa.

Mas que não devem ser esquecidos pela torcida alvirrubra...

Um dos monstros sagrados do nosso futebol.

Herói de duas bandeiras.

Manuelzinho atuou em 107 partidas pelo Clube Náutico Capibaribe.

Mínimo.

Improvável.

Um mestre na colocação.

Estreou no dia 2 de março de 1952.

Uma derrota por 4 x 1 ante o Auto Esporte. Véspera do Torneio dos Campeões do Norte.

E já estreou Manuelzinho; Caiçara e Lula.

Foi até o dia 12 de agosto de 1956.

Triunfo de 4 x 3 sobre o Botafogo-PB.

Aí já era Manuelzinho; Zequinha e Lula.

Muitas vezes aparecia no trabalho de papai pra bater um papo.

E papai me dizia que tinha um amigo baixinho.

Mínimo.

Improvável.

Mas que havia sido um monstro no gol.

Manuelzinho viveu dois momentos inesquecíveis no futebol pernambucano.

O primeiro em outubro de 1944.

Pernambuco 9 x 1 Bahia.

Manuelzinho defendendo até pênalti do soteropolitano Velau.

O segundo em 1955.

Manuelzinho defendendo até pensamento pelo Náutico.

Contra Garrincha e Ademir Menezes na seleção carioca.

A manchete é a pura expressão da verdade.

Manuelzinho no final de 1954 agarrando tudo. Contra tudo e contra todos.

Desafiando os anos que passavam pela meta alvirrubra...


Categories: ,

0 comentários:

Postar um comentário

Comentários