30 de agosto de 1973.
14.133 pagantes para o primeiro jogo em Brasileiros entre Náutico e Atlético-PR no Arruda.
Era a primeira participação do Furacão em Brasileiros.
Na véspera o Esporte perdera do América-MG em Belo Horizonte por 4x1.
Restava ao Timbu um resultado positivo.
O Timbu que ainda insistia em deixar o gênio de Jorge Mendonça no banco.
Coisa de quem não tem o que fazer.
14.133 pagantes para o primeiro jogo em Brasileiros entre Náutico e Atlético-PR no Arruda.
Era a primeira participação do Furacão em Brasileiros.
Na véspera o Esporte perdera do América-MG em Belo Horizonte por 4x1.
Restava ao Timbu um resultado positivo.
O Timbu que ainda insistia em deixar o gênio de Jorge Mendonça no banco.
Coisa de quem não tem o que fazer.
O Náutico alinha Luís Fernando; Borges, Djalma Sales, Sidclei e Franklin; Divino e Vasconcelos; Betinho, Adilson, Paraguaio (Jorge Mendonça) e Elói.
O Atlético-PR forma com Gainete; Vanderlei, Di, Almeida e Júlio; Sergio Lopes e Didi; Buião, Paquito, Caio e Nilson (Sicupira).
Também é difícil entender Sicupira no banco. Melhor pra gente.
No primeiro tempo o domínio alvirrubro é total. Aos 13' Elói fuzila o goleiro Gainete que manda a córner.
Aos 18' Didi arrisca e Luís Fernando 'bate-roupa' como se dizia na época. Borges, a grande figura do jogo, manda para escanteio.
22' e uma tabela entre Betinho e Vasconcelos termina com Paraguaio cara a cara com o gol. Gainete recorda-se dos tempos no Internacional e segura firme.
Com 25' não tem jeito. Borges domina no peito, invade a área e marca: 1x0.
O Náutico continua pressionando no segundo tempo e aos 2' Paraguaio lança Vasconcelos. Só diante do gol, Vasconcelos faz o mais difícil. Perde o gol.
10' e Paquito enfim dá o ar de sua graça. A zaga salva.
25' E Franklin salva a única chance real de gol do Atlético num chute de Sergio Lopes.
O Náutico devolve o placar da partida entre as duas equipes em 68 no Robertão.
Partida dos tempos em que o velho capitão Bellini dava as ordens no Furacão (FOTO).
Tempos em que Mariguella era baleado em São Paulo.
Tempos que já não voltam mais...
Também é difícil entender Sicupira no banco. Melhor pra gente.
No primeiro tempo o domínio alvirrubro é total. Aos 13' Elói fuzila o goleiro Gainete que manda a córner.
Aos 18' Didi arrisca e Luís Fernando 'bate-roupa' como se dizia na época. Borges, a grande figura do jogo, manda para escanteio.
22' e uma tabela entre Betinho e Vasconcelos termina com Paraguaio cara a cara com o gol. Gainete recorda-se dos tempos no Internacional e segura firme.
Com 25' não tem jeito. Borges domina no peito, invade a área e marca: 1x0.
O Náutico continua pressionando no segundo tempo e aos 2' Paraguaio lança Vasconcelos. Só diante do gol, Vasconcelos faz o mais difícil. Perde o gol.
10' e Paquito enfim dá o ar de sua graça. A zaga salva.
25' E Franklin salva a única chance real de gol do Atlético num chute de Sergio Lopes.
O Náutico devolve o placar da partida entre as duas equipes em 68 no Robertão.
Partida dos tempos em que o velho capitão Bellini dava as ordens no Furacão (FOTO).
Tempos em que Mariguella era baleado em São Paulo.
Tempos que já não voltam mais...
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