
A medalha de ouro no futebol masculino é um tabu.
Desafia gerações de brasileiros.
Em 1960, Roma assistiu a chegada de um dos maiores meio campistas da história.
Um rapaz cabeludo (ainda) nascido no Rio de Janeiro.
Um jogador que levava vantagem em tudo, certo?
Com 19 anos, Gérson de Oliveira Nunes era um menino do Flamengo.
Rival do seu Fluminense do coração.
Pois Gérson naufragou com a delegação em Roma, cidade fechada para o futebol brasileiro.
No dia 26 de agosto de 1960, Gérson marcou um gol na vitória de 4 x 3 sobre a Grã Bretanha.
Três dias depois, Gérson anota três gols na goleada de 5 x 0 sobre Taiwan.
Então, no dia 1 de setembro de 1960 o Brasil encara os donos da casa, os italianos.
O Brasil alinha Carlos Alberto; Nono, Decio, Dari e Roberto Dias; Rubens e Gérson; Wanderley, Paulinho, China e Waldir.
A Itália veio com Alfieri; Burgnich, Trebbi, Tumburus e Salvatore; Trapattoni e Rancati; Ferrini, Fanello, Rossano e Rivera.
Com dois gols de Rossano e um de Rivera, a Itália elimina o Brasil por 3 x 1.
Waldir anotou nosso gol de honra.
O Brasil terminou em sexto lugar na competição.
Gérson tornou a se encontrar com Burgnich e Rivera na Copa de 1970. Campeão.
Depois do fracasso na Copa de 66.
Como curiosidade Timbu, Ivan Brondi.
Ivan Brondi que era o reserva do Canhotinha de Ouro em Roma.
Ivan Brondi, juvenil do Palmeiras.
Mestre do Hexa alvirrubro anos depois.
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