16 de jul. de 2008





Um sentimento invade os alvirrubros na semana do Hexa.

Um sentimento de vergonha.

Não bastasse a bizarra atuação contra o Sport no domingo, o Náutico é batido de virada pelo limitado time da Portuguesa de Desportos:

3 x 2.

Náutico que desistiu de jogar futebol no segundo tempo.

Que escrever?

Palavras não são suficientes para expressar o que sente o torcedor alvirrubro.

Exigir luta?

Exigir respeito?

Desnecessário.

Seria mera superfluidade de palavras.

Muitos irão se revoltar contra os momentos em que menciono o passado.

Tanto faz.

Meu Clube Náutico Capibaribe e o Náutico de quem ama essa camisa vermelha e branca não é o Náutico do domingo passado.

Não é o Náutico que jogou com a Portuguesa.

Nosso Náutico é outro.

Bem diferente.

Um Náutico forte, competente. Profissional.

Lamento pela semana do nosso título mais importante.

Lamento pelo absurdo das derrotas infames.

Existe solução?

Existe.

O futebol é pródigo em viradas, em reviravoltas. O futebol é o exercício do futuro.

Mas hoje o Náutico é uma página de tristeza. Uma página a ser virada. Uma página sem saudade.

Um sentimento invade os alvirrubros na semana do Hexa.

Um sentimento de vergonha.

O vermelho do Náutico é de luta.

Mas agora, é o vermelho da vergonha!



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