
Um sentimento invade os alvirrubros na semana do Hexa.
Um sentimento de vergonha.
Não bastasse a bizarra atuação contra o Sport no domingo, o Náutico é batido de virada pelo limitado time da Portuguesa de Desportos:
3 x 2.
Náutico que desistiu de jogar futebol no segundo tempo.
Que escrever?
Palavras não são suficientes para expressar o que sente o torcedor alvirrubro.
Exigir luta?
Exigir respeito?
Desnecessário.
Seria mera superfluidade de palavras.
Muitos irão se revoltar contra os momentos em que menciono o passado.
Tanto faz.
Meu Clube Náutico Capibaribe e o Náutico de quem ama essa camisa vermelha e branca não é o Náutico do domingo passado.
Não é o Náutico que jogou com a Portuguesa.
Nosso Náutico é outro.
Bem diferente.
Um Náutico forte, competente. Profissional.
Lamento pela semana do nosso título mais importante.
Lamento pelo absurdo das derrotas infames.
Existe solução?
Existe.
O futebol é pródigo em viradas, em reviravoltas. O futebol é o exercício do futuro.
Mas hoje o Náutico é uma página de tristeza. Uma página a ser virada. Uma página sem saudade.
Um sentimento invade os alvirrubros na semana do Hexa.
Um sentimento de vergonha.
O vermelho do Náutico é de luta.
Mas agora, é o vermelho da vergonha!
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