
Aconteceu no Aeroporto dos Guararapes.
O Corinthians se preparava para embarcar.
Quando trinta torcedores da Fiel começaram um festival de ameaças.
Com o dedo em riste, um deles gritou sob o olhar perplexo de Mano Menezes:
"Se não subir, estão ferrados!"
Lulinha foi agredido.
Poderia ter sido linchado se não fossem os seguranças do clube e a PM pernambucana.
"Para jogar no Corinthians tem de ser homem!"
Felipe foi chamado de mercenário.
Wilson Saci se escondia atrás dos companheiros assustado.
Enquanto isso o resto do time vinha atrás, correndo e gritando:
"Não para, não para, não para!"
Ironicamente o grito de guerra da torcida paulistana.
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