1972, Estádio do Arruda.
O Atlético-MG é goleado pelo Náutico por 3 x 0.
Dario não vê a cor da bola.
Terminada a partida, o gesto inesquecível.
O gesto raro narrado por Lenivaldo Aragão na Revista Placar.
Dario tira a sua camisa suada e caminha até o banco alvirrubro.
Entrega o troféu ao Mestre Gradim, técnico do Náutico.
Sob o aplauso da torcida presente ao campo.
Em poucas palavras, resume a sua gratidão:
"Se não fosse o Professor, eu seria pobre e esquecido... Obrigado, Mestre!"
E Gradim chorou.
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