17 de nov de 2016



A Itália era xingada a 3 x 4 em casa.

Paolo Rossi era um marginal.

Promessa de goleador em 1978.

Bandido em 1980.

Perdoado em 1981.

Como Klaus Fischer em 1976.

Mafioso, cara de menino e pobre diabo da bola.

Rossi passou em branco nas quatro primeiras partidas do Mundial.

Pois é.

De repente, naquela tarde do Sarriá, 5 de julho.

Rossi começou a balançar as redes.

Rossi que redefiniu o destino do calcio em seis capítulos.

Três deles escritos nas costas de Júnior...




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