4 de fev de 2016



Muita gente botava o América no bolso - como em 1918.

Isso mesmo, 1918.

O Sport era bicampeão pernambucano.

Bicampeão sem nunca ter enfrentado o América.

O poderoso América do Coronel Seixas.

Pois bem.

Campo da Ponte D'Uchoa lotado.

Seis mil almas lotaram o estádio - imaginem seis mil torcedores em 1918, plena guerra.

Bryant saiu chorando de campo.

O primeiro tempo terminou 2 x 1 pro América.

O segundo fechou em 6 x 1.

Pra quem imaginava o América como pato morto.

Quem morreu foi o futuro Leão - sim, porque o Sport ainda não era Leão.

Ontem?

Parecido.

O Sport estava invicto em seu reduto nos estaduais.

Uns trinta mil jogos sem perder.

O América veio e... Bala no Sport!

Aliás, Daniel no Sport!

Clássicos eternos são assim.

Vivem apesar dos velórios das mídias e arquibancadas.

O América vai dançar de João de Barros e Periquito no carnaval.

Falcão, elegantíssimo como quase sempre, na noite de ontem?

Falcão talvez não curta tanto o Galo.




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