17 de dez. de 2014




Dimas era um mestre com a bola.

Um bailarino que sabia fazer gols.

Negro, esguio e sério.

Dimas surgiu como raio no Expresso da Vitória.

Lado a lado com Maneca.

Marcando os gols que o Queixada já não marcava.

Apaixonado que estava pelo Fluminense.

caso sério.

No certame carioca de 1947, Ademir tomou a dianteira da artilharia.

Mas viu aquele moço de muita bola no pé ultrapassa-lo.

Dimas que um dia veio jogar no Sport.

E depois foi conferir a habilidade do holandês Mitchel no América.




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