Dimas era um mestre com a bola.
Um bailarino que sabia fazer gols.
Negro, esguio e sério.
Dimas surgiu como raio no Expresso da Vitória.
Lado a lado com Maneca.
Marcando os gols que o Queixada já não marcava.
Apaixonado que estava pelo Fluminense.
caso sério.
No certame carioca de 1947, Ademir tomou a dianteira da artilharia.
Mas viu aquele moço de muita bola no pé ultrapassa-lo.
Dimas que um dia veio jogar no Sport.
E depois foi conferir a habilidade do holandês Mitchel no América.

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