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| WILLI SCHRÖDER |
O Brasil era formado por atletas unicamente de clubes cariocas.
Como a seleção na Copa de 30.
Tinha Zózimo e Edson do Bangu.
O goleiro Carlos Alberto e o ponta Jansen do Vasco da Gama.
Evaristo de Macedo do Madureira.
E, curiosamente, ninguém do Flamengo nesse dia.
Estava tudo legal em 2x0, né?
Pois foi nesse instante que surgiu a nova Alemanha do pós-guerra.
WillI Schröder, do 1860 Bremem diminuiu aos 29 minutos.
De cabeça.
O Brasil recuou e até que segurava bem a vantagem.
Quando no instante final cedeu o empate: Karl Klug.
Aproveitando rebote e mandando um chutaço de fora da área.
Empate em 2x2.
A partida foi para a prorrogação.
E a Alemanha meteu mais dois gols com Schröder e Johann Zeitler.
Larry perdeu gol de cego.
O arqueiro Schoenbeck virou santo.
Uma virada espetacular, histórica e representativa do que podiam aqueles caras de cintura dura.

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