7 de jul. de 2014



WILLI SCHRÖDER


O Brasil era formado por atletas unicamente de clubes cariocas.

Como a seleção na Copa de 30.

Tinha Zózimo e Edson do Bangu.

O goleiro Carlos Alberto e o ponta Jansen do Vasco da Gama.

Evaristo de Macedo do Madureira.

E, curiosamente, ninguém do Flamengo nesse dia.

Estava tudo legal em 2x0, né?

Pois foi nesse instante que surgiu a nova Alemanha do pós-guerra.

WillI Schröder, do 1860 Bremem diminuiu aos 29 minutos.

De cabeça.

O Brasil recuou e até que segurava bem a vantagem.

Quando no instante final cedeu o empate: Karl Klug.

Aproveitando rebote e mandando um chutaço de fora da área.

Empate em 2x2.

A partida foi para a prorrogação.

E a Alemanha meteu mais dois gols com Schröder e Johann Zeitler.

Larry perdeu gol de cego.

O arqueiro Schoenbeck virou santo.

Uma virada espetacular, histórica e representativa do que podiam aqueles caras de cintura dura.




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