7 de nov. de 2013





Ele surgiu no Galícia.

Artilheiro do estadual baiano.

Depois foi pro Vitória como o novo Pelé.

1964/65.

Marcando gols em cima de gols.

Driblando.

Atraindo a admiração do técnico Palmeira.

Ele que quase demoliu o Náutico na Taça Brasil.

Mas... um Bassu só não faz verão.

E Bassu ficou Jorge Bassu mesmo.


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