E lá estava eu, decidido.
Centenário de Proust - cruzei o Swann.
Entrei nas Raparigas.
E notei que Proust deixava fluir o texto.
Mas o texto era uma lembrança de um tempo superficial demais.
Burguês demais.
Realmente um tempo perdido.
Com o perdão do Jornal do Commercio que o pôs nas estratosferas.
Onde é bem possível que mereça estar.
Olhei de lado.
Lá estava a biografia de Roger Federer.
Escrita por um tal de Stauffer que não é nenhum Gore Vidal.
Nenhum Norman Mailer.
Mas que me revelou quanto de suor existe num gênio.
Madeleines?
Quem sabe um dia...

0 comentários:
Postar um comentário
Comentários