12 de nov. de 2013




E lá estava eu, decidido.

Centenário de Proust - cruzei o Swann.

Entrei nas Raparigas.

E notei que Proust deixava fluir o texto.

Mas o texto era uma lembrança de um tempo superficial demais.

Burguês demais.

Realmente um tempo perdido.

Com o perdão do Jornal do Commercio que o pôs nas estratosferas.

Onde é bem possível que mereça estar.

Olhei de lado.

Lá estava a biografia de Roger Federer.

Escrita por um  tal de Stauffer que não é nenhum Gore Vidal.

Nenhum Norman Mailer.

Mas que me revelou quanto de suor existe num gênio.

Madeleines?

Quem sabe um dia...


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