Quem não viu não deve acreditar.
A gente cruzava o Canal de Itapissuma.
E lá estavam as peladas na Penitenciária de Itamaracá.
Os presos confeccionavam bolas, botões.
Viviam com as famílias algumas vezes.
E batiam bola no campo defronte ao prédio de tristes lembranças.
Hoje?
Só violência.
Boa na rede?
Virou só um nome de comunidade.

Pois é! Eu vivi isso.
ResponderExcluirMeu pai era agente penitenciário desse presídio e, tbm,nascido e criado na ilha. Como até hoje vive nela.
Era frequente essas peladas e nada de mau acontecia.
Existia um respeito entre eles.
Hoje..
Tempos bons, onde eu ia com meu pai para lá, olhava os artesanatos, almoçava com meu pai no presídio e via a galera de Itapissuma e do bairro do presídio baterem bola com os detentos.
Isso sim era reabilitação social.