Entre os diversos livros do Mestre Celso Unzelte.
Pecado capital de minha parte.
Este me matou de inveja ao folhear.
Obra prima da pesquisa e diagramação.
Bom gosto.
Tudo embalado com o santista Odir Cunha.
Bastaria este livro pra me levar ao purgatório.
Mas Mestre Celso Unzelte ainda brinca de fazer mais...

Mais uma fera. Um verdadeiro arqueologo do nosso futebol !
ResponderExcluirAgradeço pela parte que me toca.
ResponderExcluirOdir Cunha
Mestre Odir!!!!!!!!!!! É uma honra!!!!!
ResponderExcluirOdir, outra fera !
ResponderExcluirParabéns mestre Odir Cunha. Já passou do tempo de ter seu valor reconhecido, nesse espaço e em outros, assim como o de um Celso Unzelte, De Vaney, Guilherme Nascimento...autênticos expoentes da memorialística de seus respectivos clubes. Todos excepcionais pesquisadores/historiadores, com inúmeros serviços prestados.
ResponderExcluirMestre Odir mostrou fortaleza quando foi dura e injustamente criticado, ao trazer à tona a verdade dos fatos sobre a TAÇA BRASIL. Atacado PESSOALMENTE, diga-se, por não abrir mão da verdade; eis o preço que se paga, amigos do blog.
Explico: conforme Odir sabiamente apurou, essa tão importante quanto abrangente competição, que contemplava mais Estados que o modelo elitista atual (se algum torneio tem autoridade moral para se denominar BRASILEIRO, sem dúvida era a Taça Brasil), foi SIM o campeonato brasileiro dos anos 60, não adianta fazer cortina de fumaça para enganar os menos informados. A TAÇA BRASIL era o campeonato brasileiro dos anos de 1960, perguntem ao Lucídio, ao Celso Cordeiro... E tem mais: o que importa é a essência da competição, não essa bobagem de nomenclatura, além do mais a fórmula de disputa era exatamente a que cabia para a época, sem rodeios, pois ainda que alguns finjam não saber, há que se considerar que o futebol e as distâncias geográficas (considerando os precários meios de transportes então disponíveis) de épocas passadas eram completamente diferentes dos atuais, não sendo possível e viável, naquela época, a adoção do modelo atualmente em voga.
Algumas pessoas, por motivos inconfessáveis, talvez desejosas da elitização do nosso futebol; certamente incomodadas com o belo trabalho do mestre Odir, e na falta de bons argumentos, levaram a efeito um processo de fritura do historiador, lançando mão do último recurso dos incapazes, dos perdedores de um debate: iniciaram uma campanha difamatória, recheada de ataques pessoais, tentando desqualificá-lo, diminuí-lo, visando manchar sua biografia. Mas o grande historiador, em uma demonstração clara de coragem e grandeza, manteve-se incólume, não iria se curvar aos caprichos desse pessoal, em destaque um obscuro jornalista (alvinegro) paulistano, que nem sequer é do ramo da literatura do futebol, e cujo forte NUNCA FOI A PESQUISA E O ESTUDO DA HISTÓRIA DO FUTEBOL, basta ver que não possui praticamente nada publicado nessa área...
Todos os monstros da literatura esportiva nacional merecem nossos incessantes aplausos: Odir Cunha, Carlos Celso Cordeiro, Celso Unzelte, Dr. Lucídio José de Oliveira, Dr. Roberto Vieira... só para ficar nesses 5... todos com larga folha de serviços prestados à memória do futebol...continuem sempre nesse mesmo diapasão...
Pra terminar, lanço aqui um singelo desafio aos paladinos da moral e da ética, pretensos historiadores, críticos ferrenhos da legitimidade da TAÇA BRASIL: desçam do muro, quebrem o silêncio e escrevam uma linha sobre as falcatruas do Itaquerão e o patrocínio imoral da CEF.