24 de out. de 2013





Não, não me tomei de amores por ele.

Sempre admirei seu uso da palavra - mas também admiro Chatô.

A pessoa por trás das palavras é outra conversa.

Mas estou lendo o livro em questão.

 34 horas de gravação em cinco dias.

Pouco antes de Lacerda bater as botas.

E o homem conta a história do Brasil no século XX.

Com a maestria que nenhum político atual possui.

Senhor!

Quanta pobreza intelectual nesse mundo de hoje, né?

Dez minutos de qualquer mortal no século XXI dá sono...


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