13 de jun. de 2013






Por ROBERTO VIEIRA


Time casamenteiro.

Juninos.

Começando pelo mitológico Carbajal.

Duzentas Copas nas mãos.

Na lateral direita, o fôlego baiano de Antonio Dias dos Santos.

Na lateral esquerda, o espanhol Camacho.

Axé e flamenco.

Como formar a dupla de zaga?

Fácil.

Quentão.

Antonio Banderas antes de quebrar o pé.

E Mano Menezes que rebatia todas no Rosário.

Formada a quadrilha na defesa.

Ciranda no meio campo com Antonioni e Ratín.

Futebol e fogueira.

O ataque é Tom Jobim/Anton Dvorak.

Direita com Joel Antonio Martins.

Raça e técnica apenas superadas pelo Mané.

E Toninho Guerreiro.

O goleador que botou Pelé no bolso.

Esquerda com o noivo Panenka.

Fazendo cavadinha antes de fugir com a noiva.

E o imortal Puc.

Puc que quase acabou o arraial de Mussolini.

Faltou técnico?

Então chamem o delegado Antonio Lopes.

A noiva?

É a bola, oxente!


Um comentário:

  1. Antonio (estádio é isso aí...)13 de junho de 2013 às 20:18

    Caros amigos,

    aproveito a foto deste texto do brilhante amigo Roberto pra abordar com todos vocês o seguinte:

    sou só eu que penso assim ou esses estádios são muito mais apropriados para o futebol do que essas moderninhas arenas?

    é evidente que não me refiro ao conforto...

    sei lá... fica até chato ficar a torcer nesses novos estádios... bonitinhos mas "friozinhos"... dá-me uma sensação de cinema/teatro...

    estádios como esse da foto passam uma sensação de "unidade"... a torcida parece ser um ser... cada um é uma pequenina parcela de algo maior...

    o que vocês pensam?

    ou será que sou eu que não quero me modernizar no futebol?


    hehehe...


    1 abraço a todos.

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Comentários