Por ROBERTO VIEIRA
Time casamenteiro.
Juninos.
Começando pelo
mitológico Carbajal.
Duzentas Copas nas
mãos.
Na lateral direita, o
fôlego baiano de Antonio Dias dos Santos.
Na lateral esquerda, o
espanhol Camacho.
Axé e flamenco.
Como formar a dupla de
zaga?
Fácil.
Quentão.
Antonio Banderas antes
de quebrar o pé.
E Mano Menezes que
rebatia todas no Rosário.
Formada a quadrilha na
defesa.
Ciranda no meio campo
com Antonioni e Ratín.
Futebol e fogueira.
O ataque é Tom
Jobim/Anton Dvorak.
Direita com Joel
Antonio Martins.
Raça e técnica apenas
superadas pelo Mané.
E Toninho Guerreiro.
O goleador que botou
Pelé no bolso.
Esquerda com o noivo
Panenka.
Fazendo cavadinha antes
de fugir com a noiva.
E o imortal Puc.
Puc que quase acabou o
arraial de Mussolini.
Faltou técnico?
Então chamem o
delegado Antonio Lopes.
A noiva?
É a bola, oxente!

Caros amigos,
ResponderExcluiraproveito a foto deste texto do brilhante amigo Roberto pra abordar com todos vocês o seguinte:
sou só eu que penso assim ou esses estádios são muito mais apropriados para o futebol do que essas moderninhas arenas?
é evidente que não me refiro ao conforto...
sei lá... fica até chato ficar a torcer nesses novos estádios... bonitinhos mas "friozinhos"... dá-me uma sensação de cinema/teatro...
estádios como esse da foto passam uma sensação de "unidade"... a torcida parece ser um ser... cada um é uma pequenina parcela de algo maior...
o que vocês pensam?
ou será que sou eu que não quero me modernizar no futebol?
hehehe...
1 abraço a todos.