China deu o título de 1960 ao Náutico.
China e Tião.
O Santa Cruz ficou no mundo do Lua.
Meses depois, a proposta.
Botafogo de Nilton Santos e Garrincha.
Um milhão na mão.
Grana pra não acabar mais.
João Saldanha queria o garoto.
Amarildo era juvenil.
O futuro?
Mané, Didi, China, Quarentinha e Zagalo.
Paulo Valentim e Hilda Furacão pro Boca.
Entrementes.
A mãe de China e Zeca fica doente.
China pensa, repensa.
E desiste do Botafogo.
Tempo que passa.
China brilha com Rinaldo no princípio do Hexa.
Artilheiro do estadual de 1963.
Dezoito gols imortais.
Inesquecíveis.
Atualmente.
De vez em quando um idiota da objetividade mete o pau no Hexa.
Hexa isso!
Hexa aquilo!
E eu fico remoendo um sentimento de interrogação.
O que fizeram China, Nado e Bita pra merecerem tanta ingratidão?
Acho que são culpados de marcarem gols.
Culpados de vencerem a tudo e a todos.
Mas pra certas pessoas é melhor o silêncio.
Palmas a gente guarda pra China...

Grande China ! Centro-avante técnico e habilidoso. Artilheiro. De uma família de craques.Zeca, veloz ponta esquerda do Náutico da década de 50; Mituca, meia-esquerda de destaque no Santa Cruz; e ainda, com menos sucesso, Expedito que teve bons momentos na equipe de base do Náutico. E lá se vão nossos hexacampeões...
ResponderExcluirMais um grande do Hexa que se vai..Creio que a melhor homenagem que se possa fazer a todos os heróis da época do Hexa, é voltarmos às conquistas, a merecer o respeito (a partir do nosso Estado), que todos esses que formaram o grande Náutico dos anos 60 construíram. Homenagens muito justas, mas que tal nos desapergarmos um pouco do passado? Claro que não os esquecendo, porém cobrando esforços para que possamos nos orgulhar também de novas conquistas. Sermos um clube forte de passado e presente.
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