25 de abr. de 2013




Por ROBERTO VIEIRA


Lewandowski meteu 4 no Real.

Willimowski meteu 4 no Brasil.

A Polônia é assim.

Uma terra que nasceu no meio de dois gigantes.

E teve de se virar.

Uma hora invadindo os vizinhos.

Noutra hora nos guetos de Varsóvia.

Chopin dizia que Lato era o cara.

Uma mistura de Szarmach e Gadocha.

Um Lubanski melhorado.

Mas o Karol preferia o Boniek.

O Solidariedade.

País de noturnos e paisagens esmaecidas pelo sangue.

A Polônia é um convite a quem curte o inesperado.

A paixão pelas polacas de olhos azuis...

Tudo ao som da Heroica.

Uma das mais belas melodias do espírito humano...








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