26 de abr. de 2013








Thomas Edison Fontes foi presidente e médico do América. 

Se não chegou a inventar a luz na Estrada do Arraial, sua presença em campo e nos bastidores virou sinônimo de amor pelo clube nos idos da década de 60. 

Como esquecer a emoção do dirigente na conquista do Torneio Início de 1970? 

Como esquecer os momentos em que invadia o gramado para atender os craques do seu time?

Mas a história de Thomas Edison não se resume ao Torneio Início de 1970. 

Dez anos antes, nas eleições presidenciais do América em 1960, Thomas publicou nota nos
jornais, conclamando os americanos a lutar contra a retirada do clube dos estaduais de futebol. 

Sua plataforma política se opôs a do candidato José Moreira, mas acabou sendo levada de vencida na contagem de votos da eleição por 75 a 52. 

O que não impediu o abraço fraternal entre os adversários ao final da contenda.

Prova do amor de Thomas Edison pelo América pode ser encontrada em uma manchete irônica do Diário da Noite nos anos 50:

“O único defeito de Thomas Edison é ser pobre!” 


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