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21 de julho de 1999.
O Náutico comemora 21 anos do Hexa ganhando taça em cima do Fluminense.
Fluminense que fazia aniversário. 97 anos.
Náutico e Fluminense que se preparavam para disputar a terceira divisão.
O Náutico havia vencido o primeiro jogo três dias antes por 4 x 2.
Apenas 2739 torcedores compareceram para assistir a estréia do goleiro Adir.
(Adir que fez milagres em chutes de Magno Alves).
Para testemunhar o amor tricolor do técnico Parreira.
Parreira que largou tudo para ajudar o clube das Laranjeiras a sair do buraco.
O Fluminense abriu o marcador com Bruno Reis.
Adriano perdeu uma penalidade máxima.
Mas o Timbu empatou com o prata-da-casa Ronaldo.
O Náutico levou pra sala de troféus a taça Eduardo Viana.
O tristemente célebre Caixa D'água
O Fluminense carregou para o Rio o troféu Barbosa Lima Sobrinho oferecido pela Confraria Timbu.
Barbosa Lima que era torcedor do Náutico e do Fluminense.
Ah, as escalações?
Tá bom.
O Náutico formou com Adir; Carlinhos, Júnior Mineiro, Léo Rachid e Rogério; Celinho, Marco Aurélio, Marco Antônio e Adriano; Alex Carioca (Ronaldo) e Cláudio Millar.
O Fluminense de Parreira veio com Diogo; Carlão, Eduardo Lopes, Emerson e Paulo Roberto; Marcio, Rogério, Carlos Alberto e Flavinho; Róbson Márcio e Magno Alves.
Nome por nome, talvez aquele time de 1999 fosse uma parada dura para o Náutico de hoje.
Sinal do final dos tempos no futebol nacional.
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