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2 de abr. de 2013





Parreira sempre se sentiu em casa nos Aflitos.

Tanto na Série C.

Triunfando com o Fluminense.

Quanto nos dias do Bragantino.

Osso duro de roer pros alvirrubros...

16 de fev. de 2013






A excursão do Santa Cruz em 1979 foi sensacional.

Invicta pelo Velho Mundo.

Mas no começo...

Pegaram logo o Kuwait de Carlos Alberto Parreira.

Sapecando um 5x1 no primeiro jogo.

E empatando em 1x1 na revanche.

Lá do oriente Médio.

Parreira mandou seu recado para a revista Placar.

O futebol tricolor era de outro planeta.

Mas a moçada se perguntava.

Cadê as biritas?

Cadê a mulherada?

11 de fev. de 2013





Como um labirinto.

O Brasil sempre volta aos anos 70.

Há 10 anos.

No dia 11 de fevereiro de 2003.

Parreira reassumia a seleção.

Contra a China.

Parreira que fracassaria na Alemanha em 2006.

Parreira que estava lá... no tri do México.

Parreira que pegou o lugar do Felipão.

Felipão que se seguiu a Zagallo.

Leões no meio do caminho.

4 de jun. de 2012






Foto do arquivo pessoal de Parreira.

Exibida no Sport TV.

Leão no banco de trás.

Ternos pendurados na janela do avião...

1 de jul. de 2008



Por ROBERTO VIEIRA

1993. A seleção brasileira é vaiada impiedosamente no Morumbi contra o Equador.

Os jogadores declaram em entrevista que a equipe havia jogado no exterior, tal a hostilidade nas arquibancadas. O zagueiro Ricardo Rocha volta a zaga contra a Bolívia, jogo que será realizado no Mundão do Arruda. E garante: "Jogar em Recife será um alívio!". A Bolívia é a grande surpresa das eliminatórias. Venceu o Brasil na altitude e, após golear por 7 x 0 a Venezuela, se julga um supertime. O presidente Itamar Franco critica o time. Parreira responde falando mal do governo de Itamar Franco. No desespero, Parreira admite revisar seus conceitos e repatriar Romário.

Nesse clima de guerra, o povo pernambucano se veste de verde-amarelo e vai a campo. Uma multidão lota as dependência do Estádio José do Rêgo Maciel. O Brasil entra de mãos dadas. Idéia de Ricardo Rocha. A Bolívia entra de salto alto. Idéia do meia Etcheverry. Em 45 minutos a invencibilidade da Bolívia está reduzida a nada. Cinco gols marcados de forma cruel morrem nas suas redes. A torcida nas arquibancadas entoa o hino nacional em uníssono. Pela televisão, o Brasil fica perplexo. Ninguém consegue explicar como o futebol brasileiro renasceu das cinzas em gramados pernambucanos. Como aquela equipe que já não metia medo em ninguém é capaz de golear sem dó nem piedade, como as antigas feras de João Saldanha.

O Brasil não sabe, mas desde que a Copa é Copa, a taça do mundo é nossa!

O Brasil segue para o tetracampeonato mundial após um longo jejum de 20 anos.

E no dia 19 de julho de 1994, os jogadores mudam o plano de vôo nos EUA.


E desfilam primeiro em Recife. Em um outro carnaval fora de época.

Como o time de Leônidas em 1938. Como a seleção de Vavá em 1958.