12 de abr. de 2013
5 de abr. de 2013
Nado não era um grande chutador.
Mas não perdia a mania de complicar o tricolor.
Jogando pelo Ceará em 1972.
Meteu um chute no ângulo.
De Gilberto.
Goleiro do Santa Cruz.
A bola agradecida.
Beijou suavemente as redes...
3 de abr. de 2013
Lendo as críticas ao post sobre Douglas Santos.
Voltei a ter certeza.
O orgasmo pernambucano é desclassificar seu conterrâneo.
Muitos não conseguem entender a grandeza de um menino pobre chegando na seleção.
Precisam pisar,
destruir,
atirar no lixo da história.
Eu?
Prefiro saudar o rapaz pela fibra e coragem de enfrentar todos vocês.
No que depender desse blogueiro.
O Douglas já é craque.
Um vencedor das hordas que vaiam o DNA nordestino.
E aplaudem embevecidos.
O estrangeiro perna de pau.
Mas se é verdade que eu já conheço de sobra a mediocridade provinciana.
Não é menos verdade que algo me assombra.
Os críticos de Douglas Santos.
Deveriam escolher alguém do seu tamanho para bater.
Zangado.
Atchim.
Ou Dengoso...
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| DOUGLAS E NADO/BLOG DO TORCEDOR |
2 de nov. de 2012
5 de set. de 2012
7 de ago. de 2012
9 de outubro de 1964.
David Ferreira e Bido Krause assistem ao treino alvirrubro.
David que irá transformar o Náutico em Golias.
David que treinou o Vasco da Gama.
Antigo jogador do Fluminense, Cruzeiro e Canto do Rio.
O olhar do dirigente Bido Krause?
Parece adivinhar que a história está sendo escrita com letras imensas.
Antológicas.
David?
Ficou fã do futebol de Nado.
Achou a equipe lenta.
Anunciou treino de manhã e a tarde.
E foi bater um papo com Mituca.
Técnico interino após a saída de Alfredo Gonzalez...
9 de jul. de 2012
30 de jun. de 2012
20 de dez. de 2008
Quanto custa fabricar um craque?
Será que ele já nasce feito?
Será que ele já é craque desde o primeiro jogo?
Um craque pode ser destruído pela torcida antes de ser um craque?
Por ROBERTO VIEIRA
Nado estreou no Náutico no dia 24 de abril de 1960. Durante o Torneio Início. Na meia-esquerda. Mas jogar mesmo só foi fazer em 18 de dezembro de 1960. Pela ponta-direita. Durante a entrega de faixas ao Náutico pelo CRB: 1x0. (FOTO) Nado dividia a posição com Saquinho, Paulinho, Fernando José, Bertolo e Tião. Entre outros. Hoje você pode pensar que é uma heresia! Porém, Nado só foi sustentar seu posto de titular atuando na ponta-esquerda no ano de 1962. Na direita, jogava Tião. O fato deu muitas alegrias aos laterais-esquerdos do Sport na época. E no mínimo, ajudou os rubro-negros a serem bicampeões. O menino que deslumbrou o Brasil nos anos 60, só conseguiu jogar na direita em definitivo a partir do dia 14 de abril de 1963. Em João Pessoa. Num amistoso em que o Náutico venceu o time da Pibigás por 4x0. Coincidência ou não, 1963 foi o início da trajetória do HEXA. Quanto a torcida e a imprensa? Nado era apenas mais um...
[IMAGEM]
12 de nov. de 2008
O jogo entre paulistas e cariocas do dia 10 de novembro de 1968 no Maracanã, teve um detalhe pernambucano.
A ponta-direita da seleção carioca.
Quem começou jogando foi Nado.
Ponta do Vasco da Gama.
Cria de Olinda e do Náutico.
Quem o substituiu?
Wilton.
O ponta do gol de mão mais escandaloso da história do Maracanã.
Wilton que entortou muita gente nos anos 70.
Jogando no Santa Cruz.
Pois é.
10 de novembro de 1968.
Pelé, a Rainha, Nado ... e Wilton.
13 de set. de 2008

Por ROBERTO VIEIRA
Futebol, futebol mesmo se jogou até os anos 80, início dos anos 90. E olhe lá!
Com muito boa vontade e espaço para Zico, Sócrates, Careca e Raí.
Depois foram apenas espasmos. Alguns jogos dignos de nota e marasmo.
Se o futebol dependesse do que veio depois para ser o esporte mais popular do país estava perdido e mal pago.
Porque nem mesmo do povo o futebol é mais.
A seleção nos foi roubada, vilipendiada, exportada.
Onde uma folha seca de Didi?
Onde um drible chapliniano de Mané?
Onde uma arrancada de Queixada?
Onde uma defesa acrobática de Pompéia?
O futebol brasileiro morreu e foi enterrado nas alfândegas.
Alguns resquícios batem bola na Europa e nos países árabes. E só.
Amor a camisa? Burrice!
Toque de bola? Pegada firme!
Soco no ar? Brigas nas arquibancadas!
O Palmeiras nos enchia os olhos com Leão, Luisão, Dudu, Ademir, Leivinha.
O Cruzeiro formava com Dirceu Lopes e Tostão.
Até o Olaria tinha o Roberto Pinto e Afonsinho. A Ponte Preta, Dicá e Manfrini.
O Bangu, Mestre Zizinho. O Guarani, Zé Carlos e Renato.
Bita, Nado, Edu, Djalma Dias, Zózimo, Orlando, Djalma Santos, Nilton Santos, Bauer...
Isso sem falar nos anos 30 e 40. Em Leônidas e Tim. Romeu e Domingos.
Hoje, futebol, futebol mesmo, só no Museu do Futebol.
Porque futebol, futebol mesmo, só o futebol de museu...
18 de jul. de 2008
Nado.
Quatro letras que falam por si só.
Em 1965 o jornalista Aramis Trindade escrevia:
"Convocado Nado para a Seleção do Brasil!"
Ontem eu escrevi dos dribles de Nado em Helmiton.
Pois foram os dribles de Nado sobre o Vasco da Gama que o convocaram.
Dribles no gramado órfão de Mané.
Dribles de um gênio da ponta direita.
Nado.
O ponta direita do time de Chico Buarque de Hollanda.








