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14 de mar. de 2013





América-RN x ABC.

Se o ABC vence pelo certame potiguar.

Vaga na taça de Prata.

O árbitro paulista Boschilla é contratado pra apitar.

No meio do caminho.

Recebe uma proposta:

400 mil cruzeiros pra beneficiar o ABC.

Boschilla finge concordar.

Dá o número da sua conta.

E conta tudo para seus superiores na Polícia Militar paulista.

O escândalo vai parar no DEOPS.

Antes de virar pizza...

13 de jun. de 2012







Os comandantes dos Américas.

Profetas longe de sua aldeia...

30 de nov. de 2008





Por ROBERTO VIEIRA

Tem gente que não sabe.

Vamos recordar.

O Brasil começou em Pernambuco.

No sangue dos Guararapes.

A gente não tem medo de sangue, de luta.

O grito de República é pernambucano.

A gente detesta monarquia.

Nosso governo é a anarquia.

Temos orgulho de ser do contra.

Nosso território foi retalhado pelos governos centrais.

Bancamos a Côroa Imperial.

Bancamos o sudeste com nosso açúcar e nosso algodão.

Em troca, dezenas de corpos na praça da República.

Procurem nos livros de história!

Não tem.

De vez em quando, alguém entra no Blog.

E insulta o Blog e os nordestinos que comentam no Blog.

Como se a gente fosse sub-raça.

Analfabeto.

Estrangeiros.

Sei que tais pessoas são minoria.

Tenho muitos amigos no sul, no sudeste.

Mas quero dizer uma coisa:

Eu queria ter a liberdade que vocês desfrutam aqui.

Eu queria poder dizer tudo o que eu quero e não ser censurado.

Mas em nenhum lugar eu teria a mesma liberdade.

Porque liberdade só nesta cidade de pedras portuguesas.

De ruas da Soledade.

Terra de Pitombeiras e Elefantes.

Terra do carnaval mais democrático do mundo.

Carnaval de quem é rico e de quem é pobre.

De quem é preto e de quem é branco.

O Blog é pernambucano.

O Blog é nordestino.

Viva o Fortaleza, viva o América-RN, viva o Campinense.

E viva o Sport que desclassificou a Portuguesa em São Paulo.

Quando o Náutico vence, meus amigos.

Quando o Santa Cruz vence, meus amigos.

Quando o Sport vence, meus amigos.

É a vitória da raça e do coração.

Vitória de quem tem mil vidas.

E se mais de mil vidas tivesse, todas seriam pernambucanas.

Nordestinas.

Se querem visitar a nossa casa, a casa está de portas abertas.

Se desejam denegrir a nossa casa, desistam.

Tem sempre um gol de Clodoaldo pra virar a partida!



27 de nov. de 2008




Por HOULDINE NASCIMENTO

Na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro 2008, o Náutico precisava da vitória contra o Coritiba para sair da zona do rebaixamento.

Teve um pênalti não marcado por Simon. Pênalti este que livraria o Timbu da Z-R, caso fosse convertido em gol.

Além disso, Carlos Eugênio Simon peitou literalmente o meia Willian. Uma postura totalmente equivocada.

A diretoria do Náutico enviou um protesto à CBF.

Simon foi punido? Não!

Muito pelo contrário, na rodada seguinte apitou o jogo entre São Paulo e Figueirense no Morumbi.

Na 36ª rodada, o Flamengo aos 47 minutos tem um pênalti não marcado contra o Cruzeiro.

E quem deixou de marcá-lo? Simon.

Desta vez ele errou contra o time que não devia.

Foi “punido”. E como punição, apitará o jogo entre América de Natal e Corinthians na Série B. O Mecão precisa da vitória para permanecer na Segundona.

E o Flamengo ainda mandou um vídeo à FIFA mostrando o erro do árbitro gaúcho.

E ele insiste que não foi pênalti é mole?



13 de jul. de 2008



Em 1973 o Santa Cruz foi enfrentar o América de Natal.

Nada menos que 1500 torcedores invadiram a capital potiguar.

Isso depois de fazer uma histórica carreata que teve início na Praia do Meio e foi até o Estádio Castelo Branco, o popular Castelão.

Durante o trajeto houve o encontro das torcidas sem qualquer incidente.

A moda na época era levar tamancos ao estádio. E bater com os tamancos para incentivar o time.

Mais de mil tamancos foram confeccionados para a viagem pelo Sr. José Geraldo Gomes, residente nos Aflitos.

Quando chegou em Natal, ele os distribuiu com as crianças da cidade antes da carreata na Praia do Meio. Pra fazer mais barulho.

Em 1973 a torcida potiguar estava unida em torno do América.

O ABC havia sido desqualificado para competições nacionais no ano anterior pela CBD.

A torcida coral teve contra si a união de torcedores do Alecrim, do Força e Luz, do Riachuelo, do ABC e, lógico, do América.

Havia também duas bandeiras do Náutico e Sport tremulando nas gerais. Torcedores vindos da Paraíba.

Não se sabe torcendo pra quem.

Em campo, uma batalha.

O América não contava com o genial zagueiro Scala. Perdeu o zagueiro Emidio, expulso com pouco tempo de jogo. Já o meio campo Careca perdeu a unha e ficou fazendo número em campo.

O Santa Cruz teve Fernando Santana expulso ao trocar gentilezas com Emídio. Mas chegou a estar vencendo por 2 x 1.

Até que o célebre árbitro Valquir Pimentel marcou um pênalti no final da partida. Pênalti convertido com frieza por Afonsinho.

O América iria conquistar invicto a Copa Norte-Nordeste realizada paralelamente ao Brasileirão.

E a torcida do Santa Cruz aplaudiria nas arquibancadas do Castelão seu artilheiro Ramon.

Ramon que viria a ser o artilheiro do Campeonato Brasileiro com 21 gols.

Na frente de Pelé, Leivinha, Dario e cia.

Como detalhe, a camisa do goleiro Ubirajara do América.

Camisa com o número 77.

Que no jogo do bicho é peru.